Tal como no ano transacto, os alunos de Turismo da ESTGL terão com base de trabalho, INTERDISCIPLINAR, o PATRIMÓNIO MUNDIAL DE ORIGEM PORTUGUESA. Esperamos sugestões para a concretização deste projecto de forma criativa e inovadora. Para tal, solicitamos que todos colaborem, PARA QUE O EVENTO/EXPOSIÇÃO a realizar seja, desde já, uma construção de todos.
O conjunto de obras inicialmente seleccionadas — antes de formalizada desta votação de âmbito nacional — decorreu da listagem fornecida pela UNESCO e referente ao património por ela classificado (a qual, por modo algum e como é natural, cobre o legado patrimonial português disperso pelos três continentes de África, América e Ásia), lista essa que, em outro contexto, de igual modo havia servido de base ao encontro “Património Mundial de Origem Portuguesa/World Heritage Portuguese Origin”, organizado pela Universidade de Coimbra em 2006, em articulação com a UNESCO e onde se tinha essencialmente em vista promover uma rede, tão extensa quanto possível, entre países e instituições por essa via relacionados.
Porém, tendo em conta a ampliação desta lista (para o concurso nacional) que ilustra o acervo patrimonial de dezasseis países historicamente relacionados com Portugal – vamos também escolher algumas maravilhas desta lista alargada a 27 bens de origem portuguesa dispersos pelo mundo.
Em votação estão, na América do Sul, o Convento de São Francisco e Ordem Terceira (Salvador), o Forte do Príncipe da Beira (Rondônia), a Igreja de São Francisco de Assis da Penitência (Ouro Preto), o Mosteiro de São Bento de Olinda (Olinda), o Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos (Congonhas, Minas Gerais) e a Colônia de Sacramento (Sacramento, Uruguai).
Na África, foram selecionados Convento do Carmo de Luanda (Luanda, Angola), a Cidade Velha de Santiago (Ilha de Santiago, Cabo Verde), Gorgora Nova (Dambiá, Etiópia), a Fortaleza de São Jorge da Mina (São Jorge da Mina, Gana), a Fortaleza de Mazagão (El Jadida, Marrocos), a Fortaleza de Safi (Safi, Marrocos), a Ilha de Moçambique (Moçambique), a Fortaleza de Jesus de Mombaça (Mombaça, Quênia) e a Fortaleza de Kilwa (Kilwa, Tanzânia).
Na Ásia, estão nomeados a Fortaleza de Qalat al-Bahrain (Golfe, Bahraine), a Igreja de São Paulo (Macau, China), a Cidade de Baçaim (Vasai, Índia), a Fortaleza de Damão Grande (Damão, Índia), a Fortaleza de Diu (Gujarat, Índia), a Igreja de Bom Jesus do Goa (Índia), a Sé Catedral de Goa, a Fortaleza de Ormuz (Ormuz, Irã), o Centro Histórico de Malaca (Malaca, Malásia) e a Fortificação de Mascate (Mascate, Omã).
Porém, tendo em conta a ampliação desta lista (para o concurso nacional) que ilustra o acervo patrimonial de dezasseis países historicamente relacionados com Portugal – vamos também escolher algumas maravilhas desta lista alargada a 27 bens de origem portuguesa dispersos pelo mundo.
Em votação estão, na América do Sul, o Convento de São Francisco e Ordem Terceira (Salvador), o Forte do Príncipe da Beira (Rondônia), a Igreja de São Francisco de Assis da Penitência (Ouro Preto), o Mosteiro de São Bento de Olinda (Olinda), o Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos (Congonhas, Minas Gerais) e a Colônia de Sacramento (Sacramento, Uruguai).
Na África, foram selecionados Convento do Carmo de Luanda (Luanda, Angola), a Cidade Velha de Santiago (Ilha de Santiago, Cabo Verde), Gorgora Nova (Dambiá, Etiópia), a Fortaleza de São Jorge da Mina (São Jorge da Mina, Gana), a Fortaleza de Mazagão (El Jadida, Marrocos), a Fortaleza de Safi (Safi, Marrocos), a Ilha de Moçambique (Moçambique), a Fortaleza de Jesus de Mombaça (Mombaça, Quênia) e a Fortaleza de Kilwa (Kilwa, Tanzânia).
Na Ásia, estão nomeados a Fortaleza de Qalat al-Bahrain (Golfe, Bahraine), a Igreja de São Paulo (Macau, China), a Cidade de Baçaim (Vasai, Índia), a Fortaleza de Damão Grande (Damão, Índia), a Fortaleza de Diu (Gujarat, Índia), a Igreja de Bom Jesus do Goa (Índia), a Sé Catedral de Goa, a Fortaleza de Ormuz (Ormuz, Irã), o Centro Histórico de Malaca (Malaca, Malásia) e a Fortificação de Mascate (Mascate, Omã).

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